No livro Pense e Enriqueça, o autor Napoleon Hill apresenta os 13 passos para acumular fortuna. Para esse livro, que é um verdadeiro clássico da autoajuda financeira, Napoleon Hill analisou a vida, os comportamentos, hábitos e atitudes das pessoas mais bem sucedidas de seu tempo. Nomes como Henry Ford, Thomas Edison, Andrew Carnegie, Alexander Graham Bell, entre diversas outras personalidades.
Além de nos falar sobre os passos utilizados por essas personalidades, em suas obras, Napoleon Hill também fala sobre os três inimigos da mente: a indecisão, a dúvida e o medo.
Esses inimigos são intimamente ligados e onde se encontra um, os outros dois estão por perto.
O fato é que esses três inimigos dão origem aos seis fantasmas do medo. Esses medos são bem comuns e costumam agir sobre as pessoas, vez ou outra. É importante conhecer melhor esses medos e os seus sintomas que nos impedem de ter sucesso em nossas jornadas.
1. Medo da pobreza
É conhecido por ser o mais destrutivo e o mais difícil de dominar entre os seis temores. Esse medo é responsável por alguns comportamentos que nos levam a um caminho de mediocridade e consequentemente, à pobreza.
Entre os principais sintomas desse medo estão a indiferença em relação a vida, a dúvida, a preocupação, permitir que outros decidam por você, pessimismo em relação as possibilidades e o hábito de deixar as coisas para amanhã, a famosa procrastinação.
Esse medo paralisa milhões de pessoas no mundo todo e faz as pessoas permanecerem em suas zonas de conforto e segurança. Nos faz flertar com a mediocridade e nos afasta de aventuras e possibilidades maiores.
O desafio aqui é definir o seu propósito e decidir agir de forma persistente até que as coisas deem certo e você atinja a sua riqueza. Para isso é extremamente importante investir na sua educação financeira, aprender a economizar e pensar a longo prazo, visando a sua liberdade financeira.
2. Medo da crítica
Esse medo da crítica e do julgamento de outras pessoas é quase tão universal quanto o medo da pobreza. Esse medo tem efeitos fatais sobre a realização humana, pois destrói a iniciativa e desencoraja a imaginação.
Entre os principais sintomas do medo da crítica, está a timidez em conversar e conhecer estranhos, nervosismo, falta de equilíbrio, falta de iniciativa, o complexo de inferioridade e a falta de firmeza nas decisões. O medo da crítica é poderoso.
Mas não se desespere! Acredite e não se deixe abater pelos julgamentos alheios, afinal, uma crítica nada mais é do que uma opinião. Ao se deparar com uma crítica, o importante é manter a calma.
Umas grande habilidade a se desenvolver é aprender a receber críticas, sem se deixar ser influenciado por emoções negativas e sem se sentir atacado. Saiba diferenciar as críticas destrutivas das críticas construtivas.
Se a crítica for boa e construtiva, podemos aprender com ela sem estragar a relação com a pessoa que a fez. Se for destrutiva, frustre a pessoa, se mostrando calmo e tranquilo. Não se deixe abater pelas influências negativas de outras pessoas e continue se desenvolvendo.
3. Medo da doença
Esse medo está fortemente ligado aos medos da velhice, pobreza e da morte. De modo geral, o homem teme a saúde deficiente por causa dos terríveis quadros plantados na mente, do que pode acontecer se a doença o alcançar. Teme-a também pela altos custos que uma saúde precária pode representar.
Os principais sintomas desse medo estão a hipocondria, o excesso de peso, a falta de exercícios físicos, uso excessivo de remédios e narcóticos para eliminar dores e o hábito de tentar despertar piedade, usando a doença imaginária para disfarçar a preguiça.
Não deixe que o medo da doença lhe impeça de perseguir os seus objetivos nem como álibi para não agir. Claro, que cultivar bons hábitos alimentares, saber como lidar com o estresse, ter boas horas de sono e manter uma rotina de exercícios físicos auxiliam a diminuir esse tipo de medo.
4. Medo de perder um amor
Esse medo tem origem com o costume adquirido pelo homem de roubar a mulher do próximo, ou no mínimo tomar liberdades com ela. Esse medo está fortemente ligado à insegurança e costuma ser o mais doloroso dos seis fantasmas e provavelmente é o medo que produz mais destruição no corpo e no espírito humano.
Entre os sintomas desse medo estão o ciúme, o hábito de encontrar defeitos em outras pessoas, a falta de confiança em si mesmo e falta de autocontrole. Antes de amar outra pessoa, primeiramente, você deve se amar. Somos responsáveis pela nossa própria felicidade e não devemos transferi-la para nosso parceiro.
Esteja sempre aprimorando seu desenvolvimento pessoal. Tenha um hobby, invista na sua carreira profissional, estude, pratique esportes e não abandone seus amigos e famílias. Escolha um parceiro que apoie e compartilhe os seus sonhos e projetos e que te incentive a ser uma pessoa melhor.
5. Medo da velhice
O medo da velhice provém de duas fontes: o pensamento de que a velhice pode trazer a pobreza e a possibilidade de doença é outro fator que influencia fortemente no desenvolvimento do medo de envelhecer.
Entre os principais sintomas do medo da velhice estão a tendência a diminuir o ritmo da vida, desenvolver um complexo de inferioridade, acreditando-se decadente devido à idade, o hábito de desenvolver desculpas pela idade e a perda de iniciativa.
Temos que criar a consciência de que conforme avançamos na vida, devemos ser gratos pela oportunidade de viver e perseguir nossos sonhos, independente de nossa idade. E quando atingirmos um objetivo, devemos criar novos desafios.
Mantenha a curiosidade e se esforce em aprender algo novo todos os dias, adapte-se as mudanças inevitáveis da vida e mantenha hábitos para uma vida mais saudável. E lembre-se: hoje é o primeiro dia do resto de nossas vidas. Aproveite!
6. Medo da morte
Para muitos esse é o temor mais cruel. A razão é bem simples: durante toda a vida fomos condicionados a temer a morte, mais especificamente após a morte, onde em muitas culturas, podemos ter as nossas almas condenadas a um castigo eterno, repleto de fogo e enxofre. O fato de não saber o que nos aguarda depois nos gera angústia.
Entre os sintomas mais comuns do medo da morte estão o hábito de pensar em morrer, a associação com o medo da pobreza, ao temer que a morte cause a pobreza aos entes queridos e associação com doença ou desequilíbrio, uma doença física que pode levar a depressão mental.
Pode parecer um pouco duro e direto, mas sabemos que a única certeza que temos na vida é a de que um dia, todos nós morremos. É um fato e devemos aceitá-lo. Devemos descobrir o nosso propósito na vida, desfrutar de boas companhias, viver um dia de cada vez, criando bons hábitos, como meditação, boa alimentação, entre outros.
Quando não temos muito para pensar na morte, é mais difícil se preocupar com ela. Caso o seu medo de morte esteja exarcebado e afetando a sua vida e seus relacionamentos, recomendamos que procura por ajuda de profissionais da área da saúde.
Esse é um clássico absoluto da autoajuda financeira, Pense & enriqueça nos apresenta a fórmula para acumular fortuna, provando que a receita do sucesso é atemporal.
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